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Em 1958 Pacífico Mascarenhas gravou seu primeiro
LP “Um Passeio Musical” com suas composições nos estúdios da Cia
Brasileira de Discos RJ que depois passou a se chamar “Sinter,
Polydor, Philips, Polygram e finalmente hoje Universal com
Paulinho e seu Conjunto.
Este foi o
primeiro disco independente feito no Brasil. Desde essa época
Pacífico também fazia músicas falando de Belo Horizonte,
precisamente da Savassi que é um tema predileto e permanente do
compositor.
De 1964 a 1995
foi sempre considerado pelos críticos musicais da cidade como o
melhor compositor de Minas Gerais, nas promoções dos jornalistas
Wilson Miranda (Folha de Minas/ 1964) e Alfredo Buzelin. Em 1995
ganhou o Troféu Pró-Música, idealizado por Ildeu Lino Soares,
amplamente divulgado no Estado de Minas como o melhor compositor
daquele ano. Também o CD Luiz Eça Trio com suas músicas foi
eleito o melhor CD de 1991.
Em 1964 começou
a gravar sua série Sambacana na Emi Odeon, totalizando-se 06
(seis) LP’s com suas composições. Nestes discos que foram até
1981 estrearam artistas hoje consagrados como a cantora Joyce,
Milton Nascimento, Wagner Tiso com participações de Eumir Deodato
(radicado nos EUA) Roberto Menescal, Toninho Horta, Nivaldo
Ornelas, Juarez Moreira, Helvius Vilela, Suzana e Bob Tostes
entre outros. O Sambacana também foi o melhor LP de 1964 (Folha
de Minas). Também ficou na relação dos discos mais vendidos no
mês de outubro, deste mesmo ano da Odeon.
É sua a patente
de invenção para “Processo de acompanhamentos com posições
desenhadas para violão, para capas e contra capas de discos ou em
folhetos anexos das melodias gravadas no disco”, sob o n.º
147671, em 18/03/63, no Departamento Nacional de Propriedade
Industrial. Processo lançado nos LP’s Sambacana.
Luiz Eça
considerado o melhor pianista do país integrante do ex Tamba-Trio,
também gravou 20 composições do Pacífico no seu último CD gravado
em 1991 nos estúdios da Emi Odeon e lançado pela gravadora Velas.
Em 1978 recebeu
o Troféu “O Globo de Ouro” pelo melhor jingle do ano “Praça da
Savassi” para a “Toulon”.
Em 1997 por
ocasião do centenário de Belo Horizonte recebeu no Clube de
Diretores Lojistas CDL, o título “Filho Ilustre de BH 100 anos”
da Fundação Cultural dos Professores do Estado de Minas Gerais.
Em 1998,
recebeu da Câmara de Vereadores de BH a “Comenda do Mérito
Artístico Rômulo Paes” por indicação do vereador Márcio Cunha.
Em 1995 compôs
o hino da copa do mundo de natação realizado no Rio de Janeiro, a
convite de seu atual Presidente da Confederação Brasileira de
Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho.
A convite da
Editora Leme está terminando o livro “Grandes Sucessos da Bossa
Nova” assim como o seu Song Book com 145 músicas de sua autoria
com partituras e posições para acompanhamentos de violão.
Em 2001 um dos
conceituados pianistas dos EUA, Cliff Korman gravou o CD “Bossa
Jazz” com 19 de suas composições cujos cronistas especializados
do jornal O Globo escrito por José Domingues Rafaelli, na Edição
de 06/02/01, comentou ser o melhor CD dos últimos tempos,
recebendo cinco estrelas e cotado para ser o melhor instrumental
de 2001 e recomendado pelo mesmo jornal em 27/02/01.
Artistas de
renome nacional e internacional como Nara Leão, Isaura Garcia,
Tito Madi, Claudete Soares, Os Cariocas, Eumir Deodato, Ana Caram,
Cliff Korman Quartet, Marzano Trio, Alarme Falso, Via Láctea,
Carlos Hamilton, Aguinaldo Rabelo, Sambacana, Super Som C&A, Luiz
Cláudio, Luiz Eça Trio, Renato Motha, Paula Santoro, Sérgio
Santos, Marina Machado, Milton Nascimento, Affonsinho, Sônia
Delfino, Suzana e Bob Tostes, Ângela Evans, Aécio Flávio, Celso
Garcia, Gilberto Mascarenhas, Quatro por Quatro, Alceu Tunes,
Célio Balona, Alberto Chimelli Trio, Tadeu Franco, Robertinho
Brant, Conjunto Paulo Modesto, Zecarlos Lassi, Marilton Borges,
Carla Villar, Rosana Sabença, Pendulum, Geraldo Tonelli, Beto
Lopes, Roberto Brandão, Trio Iraquitan, Carlão, Luiza, Osmar
Navarro, Coral de Ouro Preto, Eunice Ferrer, Francisco Carioca,
Ronnie Will, Roberta Lombardi e Jorge Cutello (Argentina), gravaram algumas de suas
composições.
Em 2002 lançou
o “CD Guinness”, Bossa Novíssima com 60 músicas de sua autoria,
um Song Disc para entrar no livro dos recordes devido ao número
de músicas nele contidas com a participação de 15 cantores
mineiros com o apoio do Guiatel que distribuiu o CD para seus
principais clientes e JCTM Marketing Industrial Ltda em São
Paulo.
Um projeto
idealizado pelo ex-vereador Betinho Duarte, cujo folder já foi
distribuído no bairro dos Funcionários, avisa da confecção de um
monumento na Praça da Savassi com a frase de sua música “POR
ONDE QUER QUE EU PASSE, ACABO SEMPRE É NA SAVASSI”.
Em maio de
2003, lançou o CD “Belo Horizonte Que Eu Gosto” com 22
composições suas para homenagear Belo Horizonte, com apoio do
Guiatel e Telemar. A Prefeitura de BH e Belotur também
distribuíram o mesmo CD com outra capa na campanha “Quem gosta de
BH tem seu jeito de mostrar”, com a participação de doze cantores
mineiros, entre eles Renato Motha, Paula Santoro, Marilton
Borges, Gilberto Mascarenhas, Roberto Brandão, Claudinho Campos,
Suzana e Bob Tostes, Affonsinho, Alarme Falso, Beto Lopes, Marina
Machado, Sérgio Santos, Severino Filho, Neil Teixeira (Os
Cariocas) e Maurício Maestro (Boca Livre) com os músicos também
mineiros, Juarez Moreira, Chiquito Braga (violão), Alberto
Chimelli (teclados) e Esdra Neném (bateria). Estes intérpretes e
músicos mineiros, acrescidos de Marco Marzano, Pacífico e Xande
Mascarenhas foram os mesmos que gravaram o “CD Guinness”.
Em 1980 foi
entrevistado pelo repórter Odilon Coutinho no Fantástico, na Rede
Globo com o título “Uma Cidade à Venda”, sobre Biribiri
(município de Diamantina) de propriedade de sua família.
Foi uma das
personalidades do “Brasil 500 Anos” promoção da Rádio Itatiaia
amplamente divulgado pela emissora em 2002.
Foi citado nos
livros “Chega de Saudade” de Ruy Castro nas páginas 9, 16, 146,
178, 233, 234, 236, 396, 428, 443 e 457, “Na Cadência do Samba”
de Haroldo Costa, “Os sonhos não Envelhecem” de Márcio Borges,
nas páginas 68, 69 e 118, “O Livro das Mágicas do Pequeno
Maluquinho” de Ziraldo, no prefácio na página 7, Song Book da
Bossa Nova de Almir Chediak, nos livros 1 e 3, nas páginas 59 e
107, respectivamente, “Saudade Seresteira” n.º 2, de Ronald
Pimenta nas páginas 276, 277 e 295 e no livro “Bossa Nova Som e
Imagem” nas páginas 76, 90, 91 e 115 e Breve História da Música
de BH de Marcelo Dolabela e “Simplesmente uma Turma” de Gilberto
Mascarenhas e “Retratos da Música” de Fernando Fiuza na página 32
e “A Onda que se ergueu do mar” de Ruy Castro, páginas 127 e 235,
“100 Retratos Brasileiros Apaixonados por Carro”, na página 32 de
Luiz Americano e Revista Forbes Brasil na página 61 (27/09/02)
por Daniela Camargos e O Homem que Salvou um Packard”, na revista
“Quatro Rodas Especial” - Edição 3 janeiro/2004, na página 6,
“Bossa Nova e outras Bossas”, de Caetano Rodrigues e Charles
Gavin – pag. 220, e no livro “A Canção no Tempo - Volume 2”, de
Jairo Severiano e Zuza Homem de Melo, na página 61 e no
dicionário Cravo Albin de Música Brasileira.
É por sua causa
o primeiro compacto 45” transformado em 33 RPM na Cia
Industrial de Discos, no início da década de 60, por sua sugestão
ao Sr. Zuckerman que acatou sua idéia de lançar o seu compacto
“Para os Namorados”, que foi o pioneiro neste lançamento.
No final de
2002 foi lançado durante as comemorações do Centenário da Emi
Odeon o CD com 14 músicas de sua autoria “Muito pra Frente”,
gravado em 1965 com a participação dos então estreantes Milton
Nascimento e Wagner Tiso que iniciaram suas carreiras neste LP
ficando os mesmos no Rio após estas gravações.
O CD Cliff
Korman Quartet com 19 de suas músicas recebeu o troféu Pró Música
de melhor CD do ano de 2001 numa solenidade na Capital.
O seu terceiro
Sambacana foi lançado no Japão no início de 2003.
Participou do
show do centenário de Belo Horizonte, na Praça da Estação e na
Av. Afonso Pena em frente à Prefeitura de Belo Horizonte, com
grande participação do público.
Compôs a música
“O Jogo” tema do filme Tostão a Fera de Ouro” gravado por Milton
Nascimento.
Foi chamado
carinhosamente pelo compositor e cantor Toninho Horta de “O Rei
de Belo Horizonte” durante sua apresentação na noite dos
violonistas no Minas Tênis Clube e pelo cronista Eduardo Couri na
sua coluna do Estado de Minas, pelo programador musical Claudinei
Albertini, pelo cantor Affonsinho, pelo ex presidente do Minas
Tênis Clube Urbano Santiago de “O Tom Jobim de Belo Horizonte”.
O renomado
jornalista Luiz Nassif escreveu na sua crônica na folha de São
Paulo, em 22/07/2001, que o Pacífico seria um compositor
conhecido da dimensão de um Roberto Menescal, caso morasse no Rio
de Janeiro.
O cronista
musical Silvio Túlio Cardoso (RJ) na sua coluna “O Globo nos
Discos Populares” (junho de 64) comentando o lp Sambacana
escreveu que Pacífico é o “O Frank Borzage da Bossa Nova”.
O jornalista
Kiko Ferreira escreveu na sua reportagem no Estado de Minas em 16
de junho de 2001, que Pacífico é um dos nomes de maior projeção
nacional quando o assunto é Bossa Nova.
Quatro
escritores fizeram crônicas a seu respeito (não reportagens)
publicadas em jornais: Euclides Marques “Gente” (Diário de Minas)
em 19/08/62, Roberto Carvalho Mattos “Pacífico” Estado de Minas
(anos 60), Ronaldo Boscoli “Bossa Nova e Carros Velhos” Jornal
“O Dia” RJ em 15/09/91, Plinio Barreto “Pacífico” Estado de
Minas em 13/09/03.
Tem 190 citações
diferentes na Internet, 21 reportagens de página inteira em
jornais de Belo Horizonte sendo 03 vezes no mesmo ano no Estado
de Minas.
Em 2003 compôs
a música “Um Ilustre Brasileiro” na comemoração do centenário de
Juscelino Kubitschek de Oliveira e aprovado por unanimidade pela
comissão organizadora em Brasília e executada pela Banda da
Polícia Militar na Vesperata de 12/09/03, no encerramento do
Centenário de JK em Diamantina.
Em 2006, lança
o CD Cliff Korman Quartet Vol. II, interpretando outras músicas
de sua autoria, com apoio total das empresas agropecuárias de
Gabriel Donato de Andrade.
Também em 2006
lança o “Setimo Sambacana” e o CD “Bem-Vindo ao Rio”,
com músicas sobre o RJ. Está previsto que os pianistas Osmar
Milito, João Donato e Alberto Chimelli gravem CDs com suas
músicas.
Participou do
vídeo filme “Belo Horizonte Centenária” do Ministério da
Cultura.
Seis
compositores fizeram músicas em sua homenagem com referência
nominal a sua pessoa com os títulos “Ao Mestre com carinho” de
Beto Lopes, Claudinho Campos e Paulo Brandão. “Um tema para o
Pacifico” de José Guimarães. “Travessia no tempo” de Valter Braga
e Jorge Fernando dos Santos e “Nas Praias do Pacífico’ de Marco
Antônio Marzano e “Pacífico o Magnifico” de Geraldinho Alvarenga
e Paulinho Pedra Azul e o samba enredo “O Poeta da Paz” de Marcos
Lemos, Brasa Liberato e Gilberto Curi.
Samuel Rosa
durante o show do Skank em dezembro de 2002 no Minas Tênis Clube
dedicou sua música de sucesso a Pacífico dizendo no microfone ser
ele o maior Bossanovista do Brasil.
Uma frase de
Aninha Balona para o Pacífico “Belo Horizonte não tem praia, mas
tem o Oceano Pacífico”.
Convidado pela
Prefeitura Municipal de Belo Horizonte para participar do show “A
música abraça a cidade” com grande público na Praça Tom Jobim.
Novamente a
convite da Prefeitura fez o show em homenagem a JK no Museu
Abílio Barreto nas comemorações do seu centenário, em 12/09/2002.
Compõs o tema
Hino “Bem-Vindo ao Rio”, com Eustáquio Sena, para o 1º Festival
Internacional de Bossa Nova, programado para ser realizado em
2006, no RJ.
Pacífico
Mascarenhas é diretor social do Minas Tênis Clube à 18 anos
seguidos, sendo eleito para o triênio 2005 à 2007. Recebeu o
Escudo de Ouro do clube em 29/11/96 por méritos minastenistas.
Recebeu outra
medalha especial em 16/11/95 durante a festa de 60 anos do clube
por ter feito no Minas um palco de estrelas.
Recebeu também
medalha como Diretor Social Compositor na festa do Brasil 500
Anos em 21/05/01.
Recebeu o
Troféu-Pró Música de melhor produtor artístico de 1996 pelos
eventos no Minas Tênis Clube.
Citado no livro
“Minas Tênis Clube Tradição e Modernidade” nas páginas 65, 66 e
181.
Recebeu o
diploma de Honra ao Mérito, da Ordem dos Músicos de Minas Gerais,
pelo relevante incentivo e apoio a classe musical do estado de
Minas Gerais em 09 de abril de 2003.
A convite do
Governador Aécio Neves, recebeu a medalha Presidente Juscelino
Kubitschek, no dia 12 de setembro de 2003, em Diamantina.
Em fevereiro de
2004, foi convidado para ser o 7º (entre 10), membros Diretores
do Museu do Clube de Esquina.
Compôs
novamente a pedido de Coaracy Nunes Filho, presidente da CBDA, um
novo hino para a Copa do Mundo de Natação, realizada em fevereiro
de 2005 em Belo Horizonte no Minas Tênis Clube.
É empresário
têxtil de um grupo de quatro fábricas de família pioneira de
tecidos no estado de Minas Gerais. Conhecido como pioneiro em
coleção de carros antigos, tendo sido o primeiro presidente do
Veteran Car Clube do Brasil - MG.
Casado com
Emília Margarida. Tem 03 filhos: Francisca, Alexandre e Carlos e
dois netos Ivon Francisco e Antônio.
Recebeu o troféu
social/cultural pela atuação no Minas Tênis Clube, da CBC
"Confederação Brasileira de Clubes", como melhor diretor social
do Brasil, entre os mais de 6000 clubes filiados, no XVI
congresso brasileiro de clubes em Salvador, Bahia em 05/11/2005 .
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